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  /  Marketing   /  Influenciadores – Porque São Cada Vez Mais Relevantes

Influenciadores digitais. Nem astronauta, nem bailarina e nem jogador de futebol – pergunte a qualquer criança ou adolescente o que ele quer ser “quando crescer” e sua resposta, muito provavelmente, será um enérgico “influenciador digital”. Talvez o termo não saia exatamente assim (pode transitar entre “blogueirinha” ou algo do gênero), mas acredite: eles sabem muito bem o que significa – e você também já deveria saber. 

 

Se você gasta algumas de suas horas diárias nas redes sociais (e quem não gasta, não é?), já foi, em algum momento, impactado pelos influenciadores digitais.

 

Esse trabalho, que tritura estereótipos por abranger todo e qualquer perfil de pessoa, movimenta rios de dinheiro o tempo inteiro – tanto para quem é, de fato, influenciador, como para quem os utiliza como método de publicidade para o seu negócio.

 

Marketing de Relevância 

Nos últimos anos, o marketing de influência cresceu de modo desenfreado e atingiu em cheio todo e qualquer tipo de mercado. Isso porque assimilar uma mensagem vinda de alguém relevante e que já conhecemos/admiramos é mais fácil e rápido do que apresentar um produto apenas através de uma marca ou “voz empresarial”. 

 

O valor da relevância é algo fluido e que ainda gera questionamentos, mas não se pode negar que o caminho para a consolidação no mercado, assim como o da divulgação massiva de um negócio, passa pela mão de quem segura um smartphone conectado ao maior número possível de potenciais clientes. 

 

Esse poder de disparar informação para uma base fiel de fãs é muito grande e, dada a velocidade com que as tendências de marketing caminham, pode atingir um potencial ainda maior.

Microinfluenciadores 

Mas não se engane: não é preciso ser dono de um conglomerado varejista internacional e gastar milhões contratando estrelas da música ou campeões do BBB para fazer sua marca chegar mais longe através de influenciadores digitais – e qualquer segmento dentro do universo verejista precisa estar atento às tendências para se manter no jogo. 

 

Dito isso, é importante compreender que nem só de sete dígitos vive um orçamento para esse tipo de campanha. Para isso, existem eles: os microinfluenciadores. 

 

Ao contrário dos grandes artistas, os microinfluenciadores estão mais perto do que se imagina. Pode ser um vizinho, um conhecido ou até aquele sobrinho que não larga o celular. Não têm, necessariamente, milhões de seguidores – mas possuem seguidores o suficiente para se tornarem relevantes e, assim, terem capacidade de influenciar alguém a adquirir o seu produto.

 

O segredo está no nicho

Outro ponto fundamental a ser observado é que os microinfluenciadores, ao contrário de estrelas globais, nem sempre possuem um público tão diversificado. Muitas vezes, seus seguidores compõem um nicho de mercado – nicho este que pode ser o mesmo em que a sua empresa atua. 

 

Imagine um influenciador digital que ganhou fama avaliando vinhos de repente estampar as peças publicitárias de uma – olha só – loja de vinhos? Público qualificado e fiel às sugestões do influenciador. Tiro e queda.

 

Os métodos para utilizar a comunicação de um influenciador são diversos, podendo ir desde uma simples sequência de stories até uma parceria mais longa, fazendo do influenciador um embaixador da marca. 

 

O resultado esperado, no entanto, é o mesmo: personificar um negócio através de um público já existente e que possui a tendência de “seguir os passos” deste influenciador. 

Onde mora o perigo 

É claro que o marketing de influência não está livre dos riscos. Por serem pessoas públicas, os influenciadores estão sujeitos ao “tribunal da internet”, onde uma ação às vezes despretensiosa pode acabar pegando mal com o público e levar ao buraco todas as marcas que estiverem, de alguma forma, entrelaçadas com o artista. 

 

Isso quando o influenciador não comete algum ato realmente inescrupuloso – pobre do gerenciador de crise incumbido de apagar esse incêndio, mesmo as marcas representadas nada terem a ver com as opiniões do influenciador em questão. 

 

Por isso, é imprescindível que, além de relevância concreta e de um público realmente engajado, o influenciador seja uma pessoa que demonstre bom senso. 

 

Uma pesquisa mais atenta pode identificar estes pontos, mas o risco sempre existirá – daí a importância de um plano de contingência caso você acorde com a notícia de que seu influenciador “queimou o filme” por aí.  

 

Os limites do marketing de influência ainda são um tanto nebulosos, mas é fato que a técnica funciona e enriquece muita gente. Tomando os devidos cuidados, quem utiliza influenciadores para divulgar seus produtos e serviços só tem a ganhar – seja influência em si ou dinheiro, mesmo. 

 

Vale a pena ler

O Poder dos Influenciadores Digitais para o Varejo